Controle Externo

Técnicas, estudos e ferramentas de apoio

 

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Técnica de amostragem para auditorias 

Em auditoria, as técnicas de amostragem visam coletar e avaliar evidências numéricas das entidades administrativas no intuito de determinar e relatar o grau de adequação das informações obtidas a critérios previamente definidos. Isso se deve à natureza antieconônima das auditorias que pretendam investigar todo o universo visado.

Visando divulgar oportunidades de aplicação da técnica de amostragem estatística nos trabalhos do Tribunal, disponibilizam-se, no link abaixo, três exemplos dessa aplicação baseados em relatórios de fiscalizações realizadas por unidades técnicas do TCU.

O arquivo encontra-se compactado, separado em pastas, e cada pasta contém os seguintes documentos:

a) Plano amostral – no qual se identificam o tamanho da população, o tipo de amostragem, a margem de erro e o nível de confiança utilizados, bem como o cálculo do tamanho da amostra examinada; e

b)  Resultados da amostra – no qual, em síntese, é apresentada a estimativa encontrada, o erro amostral e o intervalo de confiança bem como as conclusões, incluindo os riscos e limitações do trabalho.

Os exemplos foram adaptados pelo Grupo de Estudos em Amostragem e Estatística constituído pela Portaria- Segecex 16, de 15/5/2012.

Exemplos de aplicação de amostragem

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Técnica de análise de problemas para auditoria

Aprovado pela Portaria-Segecex 21 de 22/10/2013

O objetivo deste documento é orientar as equipes de auditoria sobre como utilizar técnicas de análise de problemas. Espera-se que a disseminação dessas orientações contribua para que as equipes compreendam melhor os objetos de auditoria e definam as questões mais relevantes para o contexto analisado.

Folder - Técnicas de análise de problemas para auditorias

Para conhecer mais sobre a ferramenta, leia a notícia do União do dia 22/03/2016

 

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Painel de referência em auditorias

Aprovado pela Portaria-Segecex 15 de 30/07/2013

O objetivo deste documento é orientar as equipes de auditoria na realização de painéis de referência. O Painel de referência é a reunião de pessoas reconhecidas e experientes em determinada área para debater e opinar sobre a matéria exposta. Em auditoria, os objetivos gerais do painel de referência são: contribuir para a garantia de qualidade, para a análise e interpretação de dados e para fortalecer o processo de accountability de desempenho.

Folder - Painel de referência em auditorias

Para saber mais sobre o painel de referência, leia a notícia do União do dia 15/03/2016.

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Classificação ABC

Documento de Orientação - Adsup 3/2012 (DO - Adsup 3/2012)

A Classificação ABC é um método destinado a identificar amostra de itens de maior importância ou impacto, segundo uma variável predefinida, os quais merecerão tratamento diferenciado. Baseia-se na hipótese de que os itens de uma determinada população podem apresentar importância relativa variada, devendo a análise recair sobre aqueles mais significativos em relação à variável escolhida.

Modelo de planilha para elaboração de Curva ABC

 

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Técnica de grupo focal para auditorias

Aprovado pela Portaria-Segecex 16 de 29/07/2013

O objetivo deste documento é orientar as equipes de auditoria na aplicação da técnica de grupo focal como ferramenta de coleta de dados qualitativos em fiscalizações. 

Grupo focal é uma técnica qualitativa de pesquisa que tem como fonte de dados as interações e discussões ocorridas entre participantes de um determinado grupo sobre tema de interesse e questões relevantes. Nessa técnica, pequenos grupos de pessoas com características comuns reúnem-se em lugar previamente definido, na forma de sessões, seguindo um guia elaborado previamente por um facilitador e alguns assistentes, para discutir conceitos ou avaliar problemas. Grupos focais têm sido usados há décadas em pesquisa social, principalmente na área de marketing.

Folder - Técnica de grupo focal para auditorias

Video aula

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Técnica de indicadores de desempenho e mapa de produtos

Aprovada pela Portaria-Segecex 33 de 23/12/2010

O objetivo deste documento é orientar as equipes de auditoria a analisar e, se necessário, construir indicadores de desempenho.

O mapa de produtos é um diagrama, como um fluxograma, que representa uma linha de produção ou de montagem, onde o importante é o produto gerado em cada fase, em vez do processo (ou atividade) que o gerou. Mapeamento de produtos é uma técnica utilizada para a obtenção de indicadores de desempenho.

Indicador de desempenho em uma página.

 

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Técnica - Análise SWOT e Diagrama de Verificação de Risco (DVR) 

Aprovada pela Portaria-Segecex 31 de 09/12/2010

O objetivo deste documento é auxiliar as equipes de auditoria na aplicação da técnica análise SWOT, utilizada em conjunto com o Diagrama de Verificação de Risco, como ferramentas de diagnóstico em fiscalizações previstas no Regimento Interno do Tribunal de Contas da União.

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Técnica de observação direta em auditoria

Aprovada pela Portaria-Segecex 19 de 14/06/2010

A observação direta é uma técnica de coleta de dados que utiliza os sentidos para compreender determinados aspectos da realidade. Não consiste apenas em ver e ouvir, mas também em examinar fatos ou fenômenos que se desejam estudar. Ajuda a identificar e obter provas a respeito de situações sobre as quais os indivíduos não têm consciência, mas que orientam seu comportamento. Nas auditorias, observação direta é um método de coleta de informação contextualizada sobre a forma de funcionamento do objeto auditado. A técnica de observação direta permite realizar essa tarefa de forma sistemática e estruturada, valendo-se de roteiros para registro das observações.

 

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Técnica - mapa de processo em auditorias

Aprovada pela Portaria-TCU 142 de 24/07/2003

A técnica de mapeamento de processo fornece uma representação gráfica das operações sob análise, evidenciando a sequência de atividades, os agentes envolvidos, os prazos e o fluxo de documentos em uma política pública, organização ou área. Isso permite à equipe de auditoria, em conjunto com gerentes e técnicos envolvidos, identificar mais facilmente riscos, oportunidades para a racionalização e o aperfeiçoamento dos processos de trabalho em uma organização ou política pública. O mapa de processo também é útil para identificar pontos fortes do processo que podem ser reproduzidos ou adaptados a outros processos de uma mesma organização ou de organizações diferentes, como meio de disseminar boas práticas.

Para facilitar a elaboração dos mapas de processos, o TCU disponibiliza o software BizAgi. O servidor do TCU pode acessar o tutorial do Bizagi no Portal TCU - Público Interno. Ele está disponível em: Gestão e Governança> GestãoOrganizacional> Gestão de processo> Como usar Bizagi e Aris. 

Conheça mais da técnica, acessando a notícia do União do dia 16/08/2016. 

 

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Técnica de pesquisa para auditorias 

Aprovada pela Portaria-Segecex 16 de 14/05/2010

O objetivo deste documento é orientar as equipes de auditoria a realizar pesquisas com o uso de questionários para coleta de dados, mediante definição de critérios gerais. A aplicação dessas orientações contribuirá para evitar as falhas mais comuns ao se realizar pesquisas em auditoria, especialmente na elaboração de questionários, de forma a garantir a validade e confiabilidade das evidências produzidas pela análise dos dados coletados.

Para facilitar a elaboração de questionários e o gerenciamento das pesquisas, o TCU está utilizando o software livre LimeSurvey. Clique aqui para acessar o tutorial. 

 

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Técnica Análise Stakeholder

Aprovada pela Portaria 5 de 18/02/2002

A análise stakeholder consiste na identificação dos principais atores envolvidos, dos seus interesses e do modo como esses interesses irão afetar os riscos e a viabilidade de programas ou projetos. Está ligada à apreciação institucional e à avaliação social, não só utilizando as informações oriundas destas abordagens, mas também contribuindo para a combinação de tais dados em um único cenário. Stakeholder são pessoas, grupos ou instituições com interesse em algum programa ou projeto e inclui tanto aqueles envolvidos quanto os excluídos do processo de tomada de decisão.

Para conhecer mais sobre a técnica, leia a notícia do União do dia 19/04/2016.

 

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Técnica de entrevistas para auditorias

Publicada pela Portaria-Segecex 11 de 07/04/2010

A entrevista é um método de coleta de informações que consiste em uma conversação, individual ou
em grupo, com pessoas selecionadas cuidadosamente, e cujo grau de pertinência, validade e
confiabilidade é analisado na perspectiva dos objetivos da coleta de informações.
Em resumo, uma entrevista é uma sessão de perguntas e respostas para obter uma informação
específica.

O objetivo deste documento é auxiliar as equipes de auditoria na prática da entrevista, presencial e
individual, como instrumento de coleta de dados nas fiscalizações previstas no Regimento Interno
do Tribunal de Contas da União (RITCU)

 

 

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Análise RECI

Aprovada pela Portaria 40 de 22/05/2001

A análise RECI é uma ferramenta que ajuda a identificar quem é responsável pelas
atividades desenvolvidas, quem as executa, quem é consultado e quem é informado, seja no
âmbito limitado de uma equipe de trabalho, seja em relação a um órgão, entidade ou programa.
Por meio da análise RECI é possível:

  • estabelecer a responsabilidade pelas decisões e pela execução das atividades;
  • identificar o tipo ou grau de participação de cada agente (pessoa, órgão ou departamento) em cada decisão;
  • tornar mais clara a relação entre as partes envolvidas;
  • conhecer a distribuição de poder.

 

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Técnica de auditoria - Marco Lógico

Aprovada pela Portaria 39 de 22/05/2001

O Marco Lógico é um modelo analítico para orientar a formulação, a execução, o
acompanhamento e a avaliação de programas ou de projetos governamentais.

 

 

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Benchmarking

O benchmarking pode ser definido como uma técnica voltada
para a identificação e implementação de boas práticas de gestão.
Seu propósito é determinar, mediante comparações de desempenho
e de boas práticas, se é possível aperfeiçoar o trabalho desenvolvido
em uma organização. O benchmarking pode ajudar na identificação de critérios de auditoria, oportunidades de melhorar a eficiência e proporcionar economia.

 

Elaboração de Relatórios

A Portaria-TCU 165 de 08/07/2004 aprovou o roteiro para a elaboração de relatórios de Auditoria Operacional. O roteiro define uma padronização para os relatórios de auditoria, baseada na experiência acumulada em trabalhos realizados. Entretanto, essa padronização não deve ser vista como algo estático, pois os padrões de qualidade na produção de relatórios alteram-se com o tempo, até mesmo para garantir que os documentos técnicos que esta Corte de Contas produz mantenham-se atualizados e compatíveis com o nível tecnológico vigente.

Para que os relatórios sejam úteis e acessíveis, é importante que levem em consideração o ponto de vista dos leitores. No caso dos relatórios de planejamento de auditoria, deve-se ter em mente que eles terão tramitação interna, devendo ser direcionados, principalmente, ao Relator da matéria. Os relatórios de auditoria têm como um de seus objetivos levar ao conhecimento de terceiros os resultados da auditoria. De nada adianta realizar um excelente trabalho de planejamento ou de execução das auditorias, se os relatórios não transmitirem essa excelência. Portanto, o texto deve ser claro e convincente, além de destacar os pontos-chave do trabalho realizado.

O documento "Orientações para elaboração de documentos técnicos", aprovado pela Portaria-Segecex 28, de 07/12/2010, possui uma série de orientações para a padronização dos documentos produzidos pelas unidades técnicas da Segecex. Nele podem ser consultados, por exemplo, as orientações de caráter geral sobre técnicas de redação, como devem ser organizados o glossário e as referências bibliográficas. 

Apresentação de dados

De um modo geral, as equipes de auditoria dedicam uma boa parte do seu tempo à estruturação de seus achados e de suas conclusões na forma de relatórios. Para que os relatórios atinjam seus objetivos, é importante que seus argumentos sejam apresentados de forma clara e convincente, dando-se o devido destaque aos seus pontos chaves.
 
Os documentos aqui disponibilizados auxiliam as equipes de auditoria a dar esse destaque de um modo ao mesmo tempo tecnicamente rigoroso, para que as informações não sejam distorcidas, e visualmente atrativo, para que a leitura do texto fique mais acessível e agradável, à medida que os principais achados e conclusões são facilmente identificados. 
 

Governança

Acesse as publicações do TCU sobre governança, clicando aqui

Abaixo, foram disponibilizados outros materiais para subsidiar as discussões sobre governança pública e a atuação do Tribunal de Contas da União, no qual são apresentados os conceitos de governança, sua evolução e abordagens, assim como as principais dimensões de análise.

Nota Técnica da Seaud 2/2013 - Compreendendo governaça para controlar

Compreendendo a Governança Para Controlar

What is Governance

Governance: Theory and Practice

 

Controle interno na Administração Pública

Estudo elaborado para o Senado Federal (Senador Renato Casagrande) para subsidiar a elaboração e discussão de anteprojeto de proposta legislativa definindo critérios gerais de controles internos, gestão de riscos e governança institucional na administração pública brasileira.Uma síntese do estudo também pode ser vista nesta apresentação.

Critérios gerais de controle interno na Administração Pública

 

Risco - práticas desenvolvidas no TCU

Clique aqui para acessar o documento técnico de "Seleção de objetos e ações de controle", que visa a orientar as unidades técnicas da Segecex a selecionar objetos e ações de controle e a propor ações de controle e linhas de ação com base em risco, relevância, materialidade e oportunidade. 

Risco e Auditoria: práticas desenvolvidas no TCU - Estudo publicado em 2006, sintetizando as práticas desenvolvidas até então sobre análise de riscos para identificação de áreas/temas a serem priorizadas em futuras ações de fiscalização.

Para conhecer mais sobre as diferentes abordagens do risco nos trabalhos do TCU, leia a Nota do União do dia 26/04/2016.

 

Análise de documentos fiscais

Análise de documentos fiscais relacionados a fraude - estudo realizado em 2009 para servir como instrumento de apoio aos auditores nas auditorias em que devam ser executados procedimentos para verificação da legitimidade de documentação fiscal comprobatória de despesas públicas.

Roteiro para monitorar auditorias operacionais

Roteiro aprovado pela Portaria 12 de 15/03/2002.

Uma boa forma de aumentar a efetividade do monitoramento é estruturá-lo sobre um plano de ação, que consiste em um compromisso acordado com os gestores responsáveis pelo órgão ou programa auditado, envolvendo, basicamente, um cronograma em que são definidos responsáveis, atividades e prazos para a implementação das recomendações formuladas pelo TCU.

A elaboração do plano de ação deverá ser realizada pelos gestores do órgão ou programa auditado. Contudo, é interessante que representantes da equipe de auditoria possam acompanhar o processo de construção do plano, de forma a incentivar que as metas sejam desafiadoras, que os prazos sejam realistas, que dificuldades e obstáculos sejam devidamente considerados. O resultado esperado desse esforço é que o plano de ação seja exequível.