Biblioteca Ministro Ruben Rosa

Um pouco da nossa história
 

       Em 1915 o Presidente Dídimo Agapito da Veiga anunciou a criação da biblioteca do Tribunal de Contas da União na conclusão do relatório das contas do governo daquele ano. De acordo com suas palavras “A organização da biblioteca impunha-se como uma necessidade inadiável”.

      Porém, somente em 1941, na cidade do Rio de Janeiro, foi oficializada a criação da biblioteca do TCU por meio de Instrução de 20 de maio daquele ano, assinada pelo então Presidente do Tribunal, Sua Excelência o Senhor Ministro Ruben Rosa. Em 1969, por intermédio da Resolução nº 84, de 29.10, assinada pelo então presidente do Tribunal, Ministro Iberê Gilson, a unidade foi batizada como "Biblioteca Ministro Ruben Rosa" numa homenagem ao seu fundador.

      Em 1961 a biblioteca acompanhou a mudança do TCU para Brasília e, desde então, ocupou diferentes endereços na Esplanada dos Ministérios. Em 1975 passou a ocupar o atual edifício sede da Instituição. Em 2012 mudou-se para o edifício Anexo III.

      Inicialmente a biblioteca foi subordinada ao Presidente, mas ao longo do tempo várias Portarias e Resoluções mudaram sua estrutura. Em 1973, a Resolução nº 126 determinou sua subordinação à Secretaria de Administração e, posteriormente, em 1994, a Resolução nº 19, determinou sua subordinação ao Instituto Serzedello Correa (ISC).

      A unidade já foi denominada Serviço de Documentação (Res. 126/1973), Serviço de Documentação e Editoração (Res. 19/1994), Divisão de Documentação (Res. 90/1997) e atualmente é denominada como Biblioteca e integra o Centro de Documentação (Res. 133/2000).

      Possui cerca de 26.000 volumes de livros e aproximadamente 650 títulos de periódicos. O acervo é composto por publicações oficiais do TCU e de outros órgãos públicos, publicações comerciais e de entidades especializadas em controle no Brasil ou no mundo, monografias dos servidores da Casa resultantes de cursos de especialização, mestrado e doutorado, apostilas de cursos do ISC, multimeios (vídeos, cd’s, dvd’s), além de jornais diários e revistas informativas. Há também uma coleção chamada “acervo depositário” composta de obras editadas pelo TCU. Seu propósito é preservar a memória institucional e documentar seu processo evolutivo por meio de suas publicações.

      A organização das monografias nas estantes segue a Classificação Decimal Universal (CDU), padrão internacional criado originalmente por Paul Otlet e posteriormente transformado em um consórcio formado por instituições de informação e normalização de vários países do mundo.  Os periódicos e a legislação são ordenados alfabeticamente pelos títulos, e, dentro destes, por ordem cronológica crescente. Todas as obras citadas compõem o acervo geral e gozam do benefício do livre acesso pelos leitores.

      A biblioteca é considerada especializada no chamado “controle dos gastos públicos”  e atende os servidores da sede, dos estados e o público em geral.

   

ÁREA DE ESPECIALIZAÇÃO

 

      Controle dos gastos públicos cuja abrangência se dá nas seguintes áreas:

  • Direito;
  • Contabilidade;
  • Economia;
  • Administração e
  • Finanças públicas.