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Gestão de Riscos no TCU

Conteúdo

Gestão de Riscos como ferramenta de eficiência

A gestão de riscos só vale a pena ser implementada nas organizações públicas e, em particular no TCU, se resultar em incremento da eficiência. Alçado à condição de princípio constitucional pela Emenda Constitucional nº 19 de 1995, é fundamental que a administração pública obedeça, entre outros, o princípio da eficiência na condução de suas atividades. Assim, se não for para gerar valor para a sociedade, a gestão de riscos acaba se tornando mais uma tarefa burocrática.

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Por isso, é importante atentar que o gerenciamento de riscos deve ser focado em poucos e relevantes objetos apontados pelo gestor de riscos como merecedores desse tratamento. Se aplicada de forma adequada e sistemática em situações específicas, a gestão de riscos pode gerar benefícios que impactam diretamente cidadãos e outras partes interessadas da organização ao viabilizar o adequado suporte à tomada de decisões referentes à alocação e uso mais adequado e oportuno dos recursos públicos, aumentando o grau de eficiência e eficácia no processo de criação e entrega de valor público.

 

Papel do gestor de riscos do TCU

Cada secretário é gestor dos riscos relativos aos objetos de gestão sob sua responsabilidade (§ 7º, art. 7º da PGR/TCU). Ele tem um importante papel na identificação dos objetos que merecem ser tratados. Na sua avaliação podem ser objetos da gestão de riscos:

  • Processos de trabalho
  • Objetivos, resultados, metas
  • Atividades (que podem ser parte de processo de trabalho transversal)
  • Recursos
  • Informações/dados (segurança da informação)
  • Projetos
  • Ações de plano institucional
  • Integridade e ética (em futuro próximo)

Compete ao gestor de risco, ao identificar o objeto que será tratado, executar as atividades do processo de gestão de riscos descritas no art. 5° para os objetos de gestão sob sua responsabilidade (§ 8º, art. 7º, PGR/TCU):

  • Estabelecimento de contexto;
  • Identificação de riscos
  • Análise de riscos
  • Avaliação de riscos
  • Tratamento de riscos
  • Comunicação
  • Monitoramento
  • Melhoria contínua

Como lidar com tudo isso sem burocratizar?

  • Integrar a Gestão de Riscos nos processos de trabalho já existentes (operacionais, planejamento, tomada de decisões)
  • Basear-se nas melhores informações disponíveis
  • Começar com abordagem simples (disponível no Manual de Gestão de Riscos do TCU)
  • Usar Gestão de Riscos para fomentar a inovação