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Gestão de Riscos no TCU

Conteúdo

O que é Sistema de Gestão de Riscos do TCU (SGR/TCU)?

De acordo com a política de gestão de riscos do TCU, o sistema de gestão de riscos é o conjunto de instrumentos de governança e de gestão que suportam a concepção, implementação, monitoramento e melhoria contínua da gestão de riscos através de toda a organização e compreende, entre outros: política, estruturas organizacionais, planos, relacionamentos, responsabilidades, atividades, processos e recursos.

Instâncias responsáveis

São instâncias responsáveis pelo Sistema de Gestão de Riscos no TCU (SGR/TCU):

  1. Plenário
  2. Presidente
  3. Comissão de Coordenação-Geral (CCG)
  4. Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (Seplan) 
  5. Unidades básicas
  6. Coordenadores setoriais de gestão de riscos
  7. Gestores de riscos
  8. Secretaria de Auditoria Interna (Seaud)

 

SGR-TCU.png

 

A Seplan desempenha o papel de unidade central de coordenação e supervisão da gestão de riscos no TCU, sendo responsável por:

  1.  avaliar e propor mudanças no SGR/TCU,
  2. coordenar a implantação e a operação do SGR/TCU,
  3. monitorar riscos-chave e propor limites de exposição a riscos de abrangência institucional e,
  4. assessorar o Presidente e a CCG em matérias relacionadas à gestão de riscos.

O Coordenador setorial de gestão de riscos é a pessoa ou unidade responsável por:

  1. coordenar ações e promover a execução do SGR/TCU no âmbito da unidade básica a que se vincula;
  1. prover informações à unidade central do SGR/TCU;
  1. apoiar os dirigentes e os gestores de riscos no desempenho das suas competências.

Gestor de risco é a pessoa, papel ou estrutura organizacional com autoridade e responsabilidade para gerenciar um risco. Os gestores de riscos têm a atribuição de executar as atividades do processo de gestão de riscos dos objetos de gestão sob sua responsabilidade.

A Comissão de Coordenação Geral – CCG é responsável por validar os possíveis riscos-chave identificados e consolidados pela Seplan. Os riscos-chave validados serão objeto de monitoramento por parte da Seplan e sua situação deverá ser comunicada periodicamente à alta administração (Presidente e CCG).

Compete ao Presidente do TCU, com base em proposta elaborada pela Seplan e encaminhada pela CCG, definir os limites de exposição a riscos de abrangência institucional. Os riscos-chave serão avaliados em confronto com esse limite.

Por fim, cabe ao Plenário avaliar propostas de mudanças na política de gestão de riscos.