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Empresa estatal apresentou ao Tribunal planejamento para enfrentar dificuldades financeiras e garantir continuidade dos serviços postais

TCU fiscalizou a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) e criou painel que pode servir de base para futuras ações de controle externo

O TCU avaliou as prorrogações dos contratos de Agências de Correios Franqueadas e identificou fragilidades nos mecanismos de controle, apesar de ter havido algumas melhorias

Auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), relatada pela ministra Ana Arraes, verificou melhoria na gestão da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT). Além disso, houve investimentos nos últimos anos

O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou fortes indícios de gestão temerária do Instituto de Seguridade Social dos Correios e Telégrafos (Postalis) no período de 2011 a 2014.

TCU avaliou estudos de viabilidade referentes a licitação para outorga de 425 Agências de Correios Franqueadas

Para o tribunal, o estudo de viabilidade econômico-financeira deixou de considerar aspectos que podem afetar o acompanhamento do equilíbrio econômico-financeiro dos futuros contratos.

O TCU determinou aos Correios que elabore e aprove formalmente política de segurança da informação da empresa.

O TCU determinou à Diretoria Regional da ECT em Santa Catarina que não prorrogue contrato firmado com o Sesi para prestação de serviços médicos, odontológicos e ambulatoriais.

O TCU condenou Flávio Gonçalves Fernandes, ex-funcionário da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) no Estado do Pará, a devolver R$ 67.865,23, valor atualizado, à ECT.

O TCU verificou que houve aprovação indevida de reequilíbrio econômico-financeiro de contrato destinado à aquisição de equipamentos de informática.

O TCU condenou Jorge Couto de Abreu, ex-funcionário da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), a devolver R$ 279.609,32, valor atualizado, aos cofres da ECT.

Relatório do TCU aponta que o ex-gerente não utilizou os recursos de segurança disponíveis na agência e guardou valores em gavetas, facilitando a ação de bandidos.

O Tribunal de Contas da União (TCU) condenou Flaviana de Oliveira Ribeiro, ex-gerente da agência dos Correios de Porto Esperidião, a devolver R$ 53.646,89.

O TCU condenou Sílvio José da Silva, ex-gerente da agência da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) em Arinos (MG), ao pagamento do valor atualizado de R$ 43.968,57.